sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 3 Parte III


Mais tarde naquele dia, toca a campanhia da minha casa e eu corro para atender quem quer que esteja lá. Assim que abro a porta me deparo com um Jared diferente daquele de hoje de manhã com uniforme, e Jesus me abana, mas o garoto que estava na minha frente não tinha nenhum traço de que fosse um magricela, aquele ali, minha nossa, esse sim tinha um belo de um corpo que poderia muito bem competir com o de Henrique – o que deu para lembrar-me dele justo agora quando outra visão do paraíso estava bem na minha frente? – vendo que eu estava sem palavras, Jared deu um sorriso de matar.

- Bonjour mon Cher – diz ele de maneira divertida.

- Salut ma chérie – respondo com um sorriso para ele.

- Tudo bem, meu francês não vai mais que isso – fazendo uma careta.

- Uffa, ainda bem porque eu também. Vai ficar ai parado ou vai entrar? – pergunto desafiando-o.

- Oui mademoiselle – começo a rir dele.

- Acho que pensei ter ouvido você dizendo que não falava muito em francês.

- Não disse que não sabia algumas palavras. – disse ele já entrando na casa.

- Hum, muito convincente – respondo meio sarcástica.

O levo até na sala de estar da casa que ficava de frente para a entrada da casa e onde estavam minhas coisas da aula jogada pela mesa na frente do sofá.

- Aliás, você está muito diferente sem aquele nosso uniforme horrendo. – digo para mudar de assunto.

- Poderia dizer o mesmo de você, Kate – diz ele me secado de cima a baixo. Começo a corar, porque eu estava de shorts e com uma blusa de tom azul, e desvio o olhar.

- Então, veio me passar o que perdi na aula? Ou veio apenas me dar um ‘olá’ na minha humilde residência? – pergunto divertida.

- Talvez sim, talvez não. – responde meio enigmático e fico sem entender aonde ele queria chegar.

- Hum. – e sento no sofá para voltar para ler os livros. – E então? – digo já com a cara enfiada em um livro.

Ele por fim suspira e senta-se ao meu lado no sofá.

- Kate, eu...

-Sim? – abaixo o livro e olho pra ele.

- Nada, esquece.

- O que houve Jared? Nos conhecemos hoje, mas quero que saiba que pode contar comigo. – e ponho a mão na coxa dele. Jesus amado, e ele ainda era musculoso, aquele jeans colado vazia jus a ele.

Ele para e me olha como se quisesse me devorar ali mesmo, e começo a me arrepender do meu gesto impensado, tento me afastar dele e foi nessa que ele segurou firme a minha mão e a se inclinar para mim, com a outra mão, afasta uma mexa do meu cabelo do rosto, deixando-a ali. Oh meu Deus! Ele vai me beijar! – não é que eu não tenha beijado antes, mas eu não tinha tanta experiência assim – o que faço agora? Deixo acontecer ou dou uma desculpa? Quando estávamos a meros centímetros um do outro e sentido seu suave aroma na minha pele, minha mãe chega à sala, fazendo-nos afastar rapidamente.

Ai que vergonha! E ainda estou corando!

- Opa, acho que cheguei na hora errada – e minha mãe volta por onde veio.

E eu, sem palavras, fico ali olhando o lugar onde ela estivera, quando Jared tem um acesso de riso. Olho-o boquiaberta, não era a reação esperada pra um cara que é flagrado quase beijando uma garota na casa dela e é pego pela mãe da mesma.

- O que é tão engraçado? – pergunto desnorteada.

- Nada, só sua cara e da sua mãe – diz entre uma risada e outra, e depois disso começo a rir junto.

– Tudo bem, vai me ajudar na matéria que eu perdi ou não? – falo.

- Sim, claro é por isso que vim não? – responde de maneira engraçada.

Depois do ocorrido, Jared não fez outra tentativa, para o alívio da minha pobre alma perturbada, e passamos boa parte da tarde – que passou muito rápido – estudando.

Continua =)


sábado, 25 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 3 Parte II


Chego em casa e encontro minha mãe na cozinha preparando o almoço, pelo menos isso me faz ter a sensação de estar em casa. Como era possível eu estar com saudades de minha antiga cidade estando aqui apenas alguns dias?

- Oi mãe! – beijo-a no rosto.

- Olá meu bem – me responde enquanto arrumo a mesa – Áh! Ligou para você um garoto avisando que viria aqui mais tarde.

Sinto que empalideço. Como que Henrique poderia saber o telefone de minha casa?

- E quem era mãe? – pergunto casualmente.

- Acho que o nome dele era Jared ou algo parecido – responde meio incerta e assim suspiro aliviada.

- Hum, e o que disse para ele?

- Que tudo bem.

- O.K.

- Pela voz ele pareceu legal.

- Uhum, você irá adorá-lo – digo animada.

- Fico feliz que já tenha feito amizade com as pessoas daqui. – ela sorriu carinhosamente.

- Tentei ter a mente aberta – resmungo sarcasticamente, lembrando-me do “maravilhoso” incidente no início da aula com a “adorável” Jennifer.

Nesse instante, meu pai chega do trabalho, terminando com a “animada” conversa sobre a escola.

Continua =)


quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 3


Capítulo 3

Pequenos sorrisos que alegram minha infeliz alma.


Ôh maravilha dos infernos! Adivinhe quem estava justamente na biblioteca? Bingo! Ele mesmo, esse garoto estava começando a me dar nos nervos e olha que sou uma pessoa calma e depressiva, mas ele despertava tudo de bom – com aquele toque sedutor – assim como de ruim. Minha razão compreendia que Henrique poderia ser muito perigoso e por outro lado havia um magnetismo que me atraía até ele.

Tento entrar disfarçadamente sem que ninguém – você sabe quem – não notasse minha presença e ao que parece deu certo. Dirijo-me para uma ala mais afastada onde continha livros mais do meu gosto e perco-me na indecisão de qual livro pegar para ler enquanto matava o tempo das aulas e sair despercebida do modo que Jared e Alexia não me vissem a fim de não ter de dar explicações da minha não fuga para casa.

Depois de tanta procura encontro o meu favorito Liberte Meu Coração da Meg Cabot, e então subitamente sinto alguém atrás de mim.

-Anjo, deverias saber que não é tão discreta assim como pensa ser – sua voz me arrepia como uma descarga elétrica sob meu corpo, e sinto que está realmente próximo porque sua respiração toca minha pele – sempre saberei onde estarás.

Viro-me com cuidado para não esbarrar nele e nem nas prateleiras, e percebo que estava segurando o ar por alguns instantes, como que ele conseguia me deixar tão ofegante então pouco tempo? Encaro seu rosto belamente esculpido e esqueço o que iria dizer, seus olhos fixos em mim fazem minha mente girar e não tenho mais controle sobre eu mesma, a única coisa que eu sabia é que tinha um livro em minhas mãos como escudo entre nós dois e isso me fez voltar a realidade, afinal, eu tinha de responder algo não é?

- Bom saber que meu novo segurança é eficiente – dou um sorrisinho para disfarçar meu desconcerto – seria óbvio demais que não fosse não acha?

Ele afasta-se de mim, mas não tanto, e dá um meio sorriso que me mata por dentro.

- Ao seu dispor madame – responde em tom de provocação, o que não me agrada nem um pouco.

- Não imagina o quanto estou aliviada em saber que sempre estará ai por mim – devolvo na mesma moeda. Ha! Quero o ver superar.

- Anjo, você deveria cuidar com o que diz. – novamente, ele malditamente aproxima-se de mim, prensando-me contra a estante de livros.

- Como o que, por exemplo? – ergo o queixo e o encaro ainda mais.

- Como tentar me ameaçar com meias palavras, você deveria prestar mais atenção no que se mete, porque às vezes as consequências podem ser realmente perigosas – Minha Nossa! Que discurso vindo dele hein, e ainda mais que isso soou como extremamente perigoso. Se eu pudesse apenas, nem que fosse uma vez, tirar aquele sorrisinho arrogante dele, eu certamente morreria feliz e vingada.

- Será que daria pra você parar de latir pra mim? – olho-o de cima a baixo e depois olho para os lados com medo que alguém pudesse ter nos descoberto.

- Querida, se eu fosse um cachorro eu rezaria para você não ser minha dona – com essa ele afasta-se de mim, e por fim, consigo pensar um pouco mais racionalmente, como se conseguisse mentalizar mais que meias palavras quando estávamos no mesmo recinto. Sinceramente, o que estava acontecendo comigo?

- Há há! – exclamo – muito engraçadinho você ein – e finalmente dou as costas para ele, direcionando-me para uma mesa vazia e a mais escondida o possível.

Abro o livro e tento me concentrar nas linhas escritas a minha frente e depois de algum tempo desisto de tentar admirar as páginas, é quando percebo que Henrique está do outro lado da sala me observando.

De repente o sinal toca e praticamente corro para fora da escola, tendo cuidado para que ninguém me visse.

Continua =)








segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 2 Parte III


No meio da aula de história, Jared que está sentado próximo a mim, rabisca em um pequeno pedaço de papel do caderno dele e me entrega.

O que houve com você Kate? Está bem?

Dou um meio sorrisinho para disfarçar a realidade do meu interior e respondo:

Não houve nada, por? Não acredito que já tem mais fofocas sobre eu aqui.

Ele lê em um breve momento e escreve:

Não sei, parece um pouco pálida, deve ser minha imaginação e não, não soube nada comprometedor seu.

Hum, seriamente, não consigo prestar atenção nessa aula, acho que vou para casa depois do intervalo.

Realmente Kate, houve algo com você por estar assim, tudo bem nos conhecemos recentemente, mas algo me diz que você não é tão arredia assim, principalmente em relação a aula.

Não escapa nenhum detalhe pra você não é?Não sei o que deu em mim, mas vou pra casa do mesmo jeito, depois você me passa o que perdi nas aulas?

Ele me olha e escreve:

Conheço-a a algumas horas e você já me deve uma, não se preocupe bebê eu passo sim.

Termino de ler o bilhete e lhe dou um sorriso de gratidão que é retribuído por ele. A aula acaba e era a hora de ir para mais uma aula, a de geografia, onde encontro Alexia sentada ao lado de um lugar vago – para não me dar outra alternativa e sentar perto dela.

- Algum problema carinho? – pergunta-me preocupada, não sei o motivo de todos me conhecerem apenas um dia e já me apelidarem com tantos nomes – e esse apelido me lembrava de Sophie, - será que era próprio da cidade?

- Seu irmão me perguntou a mesma coisa – desabafo pelo menos com ela, torcendo para que não contasse para Jared a verdade – por acaso você sabe algo sobre esse novo garoto da escola?

Ela ri e diz: - Carinho, sei um pouquinho mais sobre você do que ele, mas ele dá a impressão de ser um cara perigoso.

- Foi o que eu também achei, por favor Lexi, não comente com ninguém que eu lhe perguntei sobre ele, Jared parece ter um certo sentimento de possessividade sobre mim e não queria já começar o ano letivo já brigada com alguém, aliás posso te chamar assim? – nossa que discurso que eu dei só pra pedir pra garota não falar nada, até parecia que estava desesperada mas, espera ai eu estou desesperada, não era por isso que eu iria embora depois dessa aula? Garota tola eu.

- Tudo bem Kate, pode contar comigo, - ela sorri – e sim, pode me chamar de Lexi, eu até que gostei, agora me conta mais um pouco de onde você morava, era legal lá? – uffa, ainda bem que ela não insistiu no assunto, então, contei para ela um pouco mais da minha pacata vida em Rio do Sul até a professora chegar na sala e começar novamente outra aula.

Finalmente o sinal do intervalo toca e estou indo em direção à porta principal da escola para ir embora quando inesperadamente sou barrada por um segurança. Ai que ódio.

- Senhorita, é proibido os alunos retirarem-se da escola antes do término de todas as aulas. – diz educadamente o segurança.

- Hum. Claro, acho que vou dar uma volta por ai – respondo tentando não ser sarcástica.

Dou a meia volta e viro na esquina seguinte, só então decido ir para a biblioteca torcendo que não houvesse mais pessoas lá. 

Continua =)


sábado, 18 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 2 Parte II


A escola era um lugar comum como todas as outras em que estudei, não que eu tivesse frequentado várias. O aspecto do prédio de dois andares não parecia ser muito novo, mas estava totalmente conservado em sua arquitetura original.

E como minha sorte é ótima demais, começo o dia completamente com o pé direito – como se esse fosse o caso – e no meio dacalçada que ia até a portaria da escola, sem querer, – é óbvio - esbarro numa garota que tinha com um copo de algo na mão. O problema é que acabou derrubando na roupa da amiga que estava na frente, quando tudo que ela só pode pronunciar antes do estrafego foi um “áh!”. Simplesmente paro pra pedir desculpas para as duas:

- Ai, desculpa, eu não vi – tento ser educada e de repente percebo que odeio esse lugar ainda mais.

- Veja o que você fez guria! Ensopou minha blusa! – exclamou a obviamente garota encharcada e muito irritada. – vou acabar com a sua raça!

- Ora meu bem, estou morrendo de medo de você e suas garras – falei sarcasticamente, levantando as mãos para cima – e realmente eu sinto muito, mas você deveria ficar irritadinha com sua amiga, pois era ela quem segurava aquele copo.

- Ei! Não me meta na sua discussão com a Jen! – disse a outra amiguinha esquisita.

- Obrigada Clara por me apoiar – agora a tal “Jen” iria ser a coitadinha? Eu estava louca pra chutar o pau da barraca de vez. E pra piorar ela estava causando a maior cena e estava começando a chamar espectadores curiosos. Merda! Ferrou de vez com a minha vida.

Eu já a descrevi, aquela que era chamada por “Jen”? Então se prepara ela era alguns centímetros mais baixa que o meu 1,60m - o que prova que eu estava um pouco em vantagem, além de não ter levado um banho do que estivesse naquele copo - tinha cabelos ruivos onde chegavam praticamente em sua cintura sem esquecer mencionar que estavamperfeitamente alinhados, e aquele elfo esquecido de algum lugar tinha olhos verdes, vê se pode? Áh mais eu estava totalmente louca pra entrar numa briga e descarregar minha raiva incessante que já estava acumulando desde quando cheguei nesse fim de mundo. E aquela loiraque agia como uma cadelinha então, o que era aquilo? Uma gangue de patricinhas no meio daquela escola? Poupem-me né.

Bom, vamos à chamada Clara,a fiel escudeira de vossa malvadeza era tonta igual a uma porta, mas até que era bonitinha, era mais ou menos de nossa altura, talvez alguns centímetros a mais, seus cabelos eram loiros levemente enrolados, mas extremamente domado com olhos azuis muito parecidos com os do Henrique que não chegava ao mesmo tom dele, era algo meio parecido com turquesa, estranho.

Então, respirando profundamente, tomei a melhor atitude que poderia ter feito no momento, dar as costas aquelas duas megeras ambulantes e deixa-las falando que nem loucas antes que a coisa piorasse ainda mais pro meu lado, dirigindo-me para o edifício.

Os alunos pareciam bem entusiasmados com o fato de ter terminado as férias de verão em janeiro e voltarem a ver os colegas de classe.

- Nada mais animador do que o primeiro dia de aula – resmunguei sarcasticamente para eu mesma. – ótimo, não poderia ter começado melhor meu dia.

Assim que coloquei os pés no edifício já fui recepcionada por olhares de curiosos, além daqueles que presenciaram a cena escandalosa lá fora, não era sempre que uma moça caia de paraquedas por lá. E por incrível que pareça - ou não – todos já sabiam quem eu era. Alguns foram extremamente agradáveis como Jared e Alexia, alunos que estavam na mesma sala que eu em algumas matérias – como se não tivessem se informado antes quais eram minhas aulas durante a semana.

Jared era um garoto agradável, com pele morena, cabelos pretos, olhos verdes muito expressivos e com um sorriso e um corpo de matar, era tímido – ou era o que ele queria passar à nova aluna –foi uma pessoa que logo de cara se deu bem comigo.

E sua inseparável Alexia, era extremamente diferente intelectualmente de Jared com exceção dos olhos que eram castanhos. Só depois de uma boa conversa descobri que os dois nada mais eram irmãos gêmeos, não era de se duvidar não é?

Na escola, não havia nada que me prendesse a realidade e aquelas malditas palavras de Henrique ainda não saiam de minha mente.

- Maldito! – exclamei enquanto andava pelo corredor até a minha próxima aula da manhã.


De repente eu encontro nada mais que o meu perseguidor na escola, Henrique, com seu olhar de matar. Como ele apareceu aqui na escola? Já era aluno daqui? Ou surgiu do nada a partir de ontem? E por que esse garoto tão irritante tinha de ser tão bonito? Será que não tinha um candidato um pouco pior na aparência física? Céus! Desse jeito eu iria enlouquecer de vez.

Ainda bem que ele não fez menção de vir falar comigo, por que eu não saberia mais como reagir naquele momento. Segui correndo pelo corredor à direita e fui para a sala de aula que deveria ser de química.

Quando o sinal tocou, ainda havia pessoas entrando na sala e o pior que pudesse me acontecer acabou ocorrendo. Henrique também era da minha classe, será que eu não teria um momento de sossego sequer?

A aula começou normalmente, exceto com as apresentações dos alunos novos para a turma, e eu maravilhosamente era a única garota novata ali além do meu perseguidor, Henrique, que em nenhum momento perdia a pose. Por que Deus esse garoto tinha que ser uma tentação pra minha alma? Nossa Senhora! Se eu não me cuidasse era capaz de me jogar nos braços dele. Totalmente tenso.

- Bem turma, vendo que a maioria já são conhecidos aqui, pelo visto só há dois colegas novos, Henrique – que deu um meio sorriso para a felicidade das meninas – e Katherine – já eu, dei um sorrisinho amarelo, morrendo de vergonha da atenção de todos sobre mim – sejam bem-vindos.

- Obrigada – respondi timidamente.

Apesar desse desastre na aula, o resto continuou bem, bom, pelo meu ponto de vista catastrófico. E ainda para a minha maior falta de sorte, adivinhe quem se ofereceu para ser meu par na aula de química? Exato! Ele! Por que diabo tinha que ser? E como ele apareceu aqui na escola?

Só podia ser carma da minha outra reencarnação, porque só assim uma visão do paraíso como o Henrique olharia para alguém como eu e, sinceramente, o que eu tinha que esse garoto não parava de me perseguir, além do óbvio, se é o que você pode me entender.

Eu estava começando a aceitar a ideia de jogar da ponte aquele maldito diário só para ter a minha vida solitária novamente, mas se fizesse isso teria a possibilidade de nunca mais ver aquela maravilhosa miragem, putz agora não sei mais o que fazer.

O professor começou sua admirável aula, deixando-nos esquecidos na multidão, e droga, eu não conseguia me concentrar no que ele estava falando porque minha mente teimosa escorregava a pensar neste misterioso gato. Fiz um maior esforço pra não me jogar em cima dele e foi o maior sufoco esperar até que a aula terminasse.

Parece que ouvindo minhas desesperadas preces o sinal tocou, me libertando de ficar mais algum tempo perto dele e antes que eu pudesse fazer mais alguma besteira. Sai o mais rápido da sala para ele não ter a oportunidade de me seguir e fazer as garotas da escola me odiarem por ter o garoto mais gato do colégio no meu calcanhar. Mas pra quê sair correndo não é? A criatura me seguiu e chegou ao meu lado muito rapidamente, o que ele quer de mim agora? Não vai parar de atormentar essa minha pobre alma com esse corpitcho sedutor?

- Não vejo nada o que você possa ter esquecido comigo – disse caminhando sem olhar para trás, maldição ele tinha de caminhar não perto de mim para sentir sua respiração na minha nuca? Paro de repente e me viro - O que foi Henrique, de uma hora para outra virou meu segurança para me seguir ou virou um cachorrinho sem dona?

Ele também para bruscamente de quase me leva junto, mas Henrique é Henrique não é? Nunca perde a pose e ainda tenta me seduzir no meio do corredor, meu Deus que vergonha, o que estou me tornando por causa dessa visão divina. Ele pega uma mecha do meu cabelo e começa a brincar entre os dedos e diz:

-Anjo, por você eu poderia ser qualquer coisa.

Meu rosto começa a corar por causa desse comentário, afasto-me repentinamentedele e respondo secamente:

- Não sou seu anjo, e que história é essa de ser qualquer coisa por mim? Você nem me conhece direito garoto.

- Você é quem pensa anjo – fala se aproximando de mim novamente e passando o dedo lentamente subindo e descendo pela minha mandíbula, ficamos alinhados cara a cara e por um breve momento penso que vai me beijar ali mesmo – eu sei mais de você que podes imaginar, sei o que se passa na sua mente e o que realmente deseja.

Começo a ficar ofegante e como num passe de mágica o contato em minha pele cessa e vejo que estou sozinha novamente porque aquele idiota saiu – mas dessa vez não desapareceu como no meu quarto – caminhando pelas pessoas que ainda estavam no corredor. Voltei a si e fui o mais rápido possível para a próxima aula e encontrar Jared na sala.

Continua =)


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 2


Talvez ninguém saberá da verdade, mentiras não podem ser trocadas pela verdade.


O dia seguinte amanheceu da mesma maneira como o dia anterior, misterioso e provavelmente chato, não era de se estranhar de que eu ainda não gostava daquela cidade e principalmente daquele lugar ameaçador que era aquela casa.

Levantei-me e fui diretamente ao banheiro me trocar para a irremediável ida à escola. Já não bastava ter de morar ali e estar completamente só além de ter de enfrentar a população local no colégio. Poderia até parecer que sou ingrata mas, a verdade é que a perspectiva não era nada animadora para uma adolescente como eu, teria de encontrar algum hobby antes que enlouquecesse como a vizinhança.

Com um sorriso, olhei para o meu reflexo e simplesmente ele estava ali, atrás de mim, me observando como se fosse um animal em um zoológico. Era incrível como ele aparecia do nada como se pudesse estar ali. E dessa vez, o susto não foi tanto, mas foi a raiva que dominou.

- Você não parece muito animada hoje – Comentou com um sorriso brincando em seus lábios.

Virando-me para ele, respondi:

- E por que deveria? Não gosto daqui e se não se importar gostaria que sumisse daqui do mesmo modo que fez ontem. Será que é tão difícil assim atender um pedido meu? – Reclamei da forma mais polida.

- Não, eu não posso sumir daqui como fiz, eu te avisei, você não sabe onde se meteu e agora vai ter de me suportar por tempo indeterminável – Respondeu no mesmo tom.

- Olha, a única coisa é que eu não sei é por que insiste vir aqui.

- Seria mais fácil se você me ouvisse e não me ignorasse como fez quando a alertei para não escrever no diário, agora você terá de enfrentar as consequências, e infelizmente eu terei de ajudá-la.

- Como assim consequências?

- Você agora é uma guardiã e terá de ir até o fim – Disse-me antes de minha mãe berrar na escada para que descesse para tomar café.

- Já vou mãe! – Falei alto para que ela me ouvisse de lá, e num tom mais ameaçador disse para a pessoa que se encontrava na minha frente – E você saia daqui agora, não tenho tempo para suas alucinações.

- Como quiser mas, você ainda vai precisar de mim, e eu estarei de olho em você – falou num tom ameno.

- Nossa, que medo! – Comentei sarcasticamente antes de ele sumir novamente.

Continua =)


sábado, 11 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Capítulo 1


Capítulo 1


Talvez ninguém irá me entender, as palavras podem machucar minha alma.


Desde que nasci sempre senti que era especial, mas nunca imaginei que quando tivesse de me mudar para esta deplorável cidade descobriria realmente o que sou.

Meus pais decidiram se mudar para Sombrio em setembro passado, já que meu pai fora promovido em sua empresa e teria de ser transferido.

Sombrio em si até que era bonitinho, seu estilo rústico era encantador, ok, eu admito que não conhecia muito a cidade pessoalmente mais pela internet, descobri que até tinha o maior lago do estado, então percebi que era um lugar importante, pelo menos na época de sua emancipação.

O clima não era tão diferente de Rio do Sul - cidade onde nasci - o ar era úmido ao menos isso eu não iria diferenciar, além de ficar 240 km de Florianópolis, a maravilhosa capital de Santa Catarina.
Sempre fui daquelas garotas que preferem se misturar na multidão e não ser percebida por ninguém, como um camaleão, é claro que sempre sonhei com um príncipe encantado como nas histórias clássicas, que minha mãe lia para mim quando era pequena, mas nunca que imaginei que chegasse ao ponto de ter de viver em um lugar assim.

O fato é que simplesmente viajar quase o estado todo para chegar a uma cidade onde você não conhece ninguém, e ninguém te conhece é meio assustador. Não seria fácil, uma garota de dezesseis anos no 3º ano do ensino médio se adaptar a isso.

Como sempre meus pais se preocuparam com minha educação básica e me matricularam em uma escola com apenas 563 – agora 564 – alunos, não é de se estranhar que, como eu sou nova aqui, fosse o novo assunto da escola e minha família a fofoca da cidade.
A casa é claro, é magnífica, fica no alto de uma subida íngreme e, majestosamente tem a vista para a cidade, contém uma frondosa sala de estar juntamente com uma biblioteca particular - provavelmente eram do antigo dono da casa - três quartos e um jardim lindo, meu novo quarto fica de frente para a vista da cidade, e quando o sol se põe cria uma linda paisagem do tipo daquelas que se vê em quadros pintados por artistas do século passado.

Enquanto ainda admirava a vista, minha mãe entrou em meu quarto com seu cabelo dourado ondulado muito bem escovado, é sério, minha mãe era muito bonita e eu sentia até certa inveja dela por eu não ser muito parecida com ela, tendo apenas alguns traços familiares. A sorte do destino, ou se é o que posso dizer, é que meu cabelo saiu apenas encaracolado nas pontas, comprido e de cor de mel, meus olhos semelhantes ao de minha bisavó - ao que parece ela também tinha olhos verdes – e magrela que nem meu pai, é sério que combinação mais ridícula, por quê eu tinha que sair com olhos diferentes de meus pais e não azul?

Voltando no assunto...
- Aqui está meu bem, suas coisas já estão no lugar, e tem um banheiro só seu. – disse minha mãe alegre me entregando uma espécie de diário – Achei isto daqui perdido nas coisas do antigo dono da casa e pensei que você iria gostar disso, está em branco, pode escrever se quiser.

- Claro, obrigada. – peguei o “diário” das mãos dela e pensei perversamente se minha mãe se atreveria a ler um diário meu.

- Tudo bem então, irei ajudar o seu pai com as outras coisas. – falou já saindo de meu quarto.

Curiosa, sentei-me em minha cama para observar o diário, ele era de um tom lilás, com tramas douradas e prata que jamais vi, seu fecho era apenas uma fita de seda com a mesma cor da capa, tinha de admitir, até que era bonito.


Procurei alguma caneta que me chamasse atenção para começar a escrever o que havia acontecido comigo desde que chegara aqui. Como sempre escolhi a cor que mais gostava e combinava com o diário, quando me preparei para escrever eu finalmente me deparei com ele e meu Deus! Além do susto de ter um cara aqui no meu quarto, ele era um tremendo gato! Ai Jesus me abana!

Minha mão imediatamente voa para meu peito ─ como se isso fosse controlar meus batimentos cardíacos ­─ e trato de encará-lo. Olhei em volta para ver de onde ele poderia ter vindo. Como esse garoto veio parar aqui? São mais de dois metros de altura pra chegar aqui no meu quarto ─ isso se contar a possibilidade dele ter escalado a parede ─ e meus pais o teriam visto caso ele passasse pelas escadarias. E se ele for um serial killer? ­─ sinto-me empalidecer só de pensar ─ Ou ele veio me sequestrar? Seria por isso que meus pais quiseram vir pra cá? Para fugir de um perseguidor? ─ a adrenalina corre em minhas veias e a claustrofobia vem à tona.

Jamais o tinha visto, mas sentia como se já o conhecesse de muito tempo atrás, ele era um pouco mais alto que eu, musculoso de uma forma que parecia uma escultura muito bem esculpida, seus traços eram marcantes e reconhecíveis em qualquer multidão, sua camisa justa revelava uma parte de sua barriga estilo tanquinho, seus cabelos era de um tom adorável de castanho─claro e seus olhos, minha nossa, eram azuis de forma que parecia um lago límpido sob a luz do luar. Imediatamente levantei-me e pasma tentei falar.

─ Qu... qu...Quem é você, e o que faz aqui? ─ puts cara, tinha que gaguejar pior que bêbado?

─ Olá para você também, sou Henrique ─ falou com tal cadência.

─ O que está fazendo aqui? Aliás, como entrou aqui? ─ perguntei, essa calma dele está me deixando louca! ─ mais do que já sou, claro.

─ Ora, você me chamou quando abriu este diário ─ disse apontando para a cama onde estava o diário ─ E você, quem é, e o que está fazendo com aquilo?

─ Rá. O diário agora é meu, está bem. ─ falei num tom de desdém, por favor que seja um tremendo de um sonho, talvez até um pesadelo ─ E por qual motivo eu deveria lhe dizer meu nome? Você não manda em mim! vociferei.

─ Olha aqui garota... Deixando a frase sem terminar

─ Olha aqui o quê? perguntei, deixando a pergunta pairar na esperança de que ele me explicasse por qual motivo estava em meu quarto.

─ Dê-me o diário e vou embora Respondeu friamente.

─ Não, ele é meu Virei de costas e escrevi meu nome bem legível no diário para ele ler.

─ Você não sabe onde se meteu Falou, negando com a cabeça.

─ Nossa que medo Disse sarcasticamente, mas eu estava morrendo de medo!

E de repente ele foi embora assim como apareceu, simples assim.

Tenho que confessar que tal visita me deixou abalada, o que ele quis dizer com “Você não sabe onde se meteu”? Será que essa cidade não tem segurança? Isso realmente estava me deixando assustada. Ou pior, ­─ ou melhor, dependendo do ponto de vista ─ será que eu sonhei? Não. Claro que não, porque estou de pé ao lado da minha cama e que eu saiba não sou sonâmbula. Será que é o ar que está me afetando? Só pode.

A única prova de que poderia ser real era meu nome escrito no diário, depois disso, continuei escrevendo no meu novo diário a minha deplorável chegada ao lugar mais estranho que já conhecera, deixando de fora o pequeno intruso instantâneo na esperança de achar que fora apenas um truque da minha mente ─ tinha de ser.

E assim fui dormir cedo além passar o resto da tarde, escrevendo e arrumando o quarto de um jeito que eu gostasse, porque amanhã seria um dia bastante complicado para o primeiro dia de aula numa escola nova.

Continua =)


sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Série Cosmic - O Mistério da Meia-Noite Prólogo



Prólogo


Talvez eu somente precise de tempo para entender qualquer coisa que acontece comigo, talvez o problema não seja eu.


- Está certa que quer fazer isso carinho? – minha melhor amiga me perguntando novamente se eu queria mesmo mudar de cidade e oferecendo para eu ficar na casa dela até o fim do ensino médio.

Sophie tinha cabelos lisos da cor preta, que nem uma noite sem lua, cortados bem curtos, com olhos num tom de caramelo, além de ajudar ter um corpo magro e alto. Nós éramos amigas desde crianças quando ainda usávamos fraldas então ela sabia o quanto era difícil para eu ir embora daqui e deixar tudo para trás.

Dando um meio sorriso respondi:
- Jamais estarei realmente certa.

Abraçando-me fortemente Sophie disse:
- Sabe que sempre será muito bem vinda em minha casa, não é carinho? – abracei-a ainda mais, segurando-me para não desatar a chorar novamente.

- Sim Sophie, e sabe que estarei te esperando nas férias. E não adianta inventar desculpas porque nós vamos pegar um belo de um bronzeado nas praias das cidades vizinhas. – Sorrindo agora com a breve imaginação do que poderia ocorrer no futuro.

Agora Sophie, sorrindo junto comigo, respondeu:
- Mal posso esperar por isso.

Abracei-a mais uma vez e entrei no carro com meus pais, partindo para meu futuro irremediável tão cedo.

Continua =)






Quando tudo desaba


"Às vezes as coisas vão ERRADAS para voltarem CERTAS e é a verdade, bom pelo menos para quem já aconteceram coisas extremamente ruins sabe do que eu falo. Por favor, jamais deixe de dizer um TE AMO pra alguém, pode ser pra um amigo, pra mãe, pro pai, pro cachorro, enfim pra quem estiver perto de você mas, que realmente seja SINCERO e não dito da boca pra fora, se não conseguir dizer isso, escreva pra alguém nem que seja em um bilhetinho de canto de papel, que é só para essas pessoas JAMAIS ESQUECEREM que fazem parte da sua vida e que torna ela esse CAOS, de alegrias, tristezas, indecisões, etc, etc. Ou pode ser um "Eu já te disse como é bom ser eu, quando eu estou em você?" ou talvez "você é a única razão de eu estar tentando". Quando as palavras não funcionarem mais, apenas ABRACE e mostre seu afeto e quando realmente as coisas só derem erradas, dá tempo ao TEMPO, só ele pode consertar as coisas. NUNCAacredite que seus problemas são os MAIORES do mundo porque na verdade não são! Há pessoas no mundo afora em situações PIORES que você, lembre-se você é PERFEITA do jeito que é, jamais mude por algo ou alguém, pois isso só vai encobrir a pessoa MARAVILHOSA que és, viu? Não seja um balão vazio, compartilhe o que há de melhor em você, conte a verdade por mais que ela doa. Quando o desespero bater na sua porta e você não souber para onde correr, saiba que há muitas PESSOAS que te amam e que confiam em VOCÊ. Não se esqueça, sempre haverá um que quererá te usar e outros quererão ser usados por você. Na vida sempre terão aqueles amigos de passagem e que não acrescentam muito na sua bagagem da vida mas, há outras que SEMPRE vão estar ao seu LADO quando a vida te derrubar, pois ela até pode te dar um calça pé mais não pode jamais te IMPEDIR de LEVANTAR! Sempre haverá alguém pra sorrir ou chorar junto e tenha a mais absoluta certeza que são eles que merecem um pedaço nesse seu enorme CORAÇÃO. Quando a vida complicar de vez, joga tudo pro ar, saia um pouco desse mundinho e vai fazer o que TE faz BEM e não para os outros, vai viajar, dar uma voltinha ali na esquina mas vá espairecer, vai parecer a melhor coisa que podes fazer. JAMAIS resolva as coisas inacabadas de cabeça quente, pense e repense, tente e reinvente, faça e desfaça tudo sem ter medo! VIVA INTESAMENTE cada momento por mais ridículo que possa parecer. A vida pode ser assustadora para uns mas, para outros, pode ser LINDA! Por favor, não desista de seus SONHOS por mais impossíveis que pareçam, pois só eles podem te fazer feliz e se não for recomeça de novo do zero. Talvez nessa sua jornada da vida não haja ninguém que possa te ENTENDER, e daí? Pegue um diário ou papel e ESCREVA TUDO o que sente, aquela mágoa de alguém, aquela felicidade daquele instante, a fofoca do que está acontecendo, e quando mais precisar de algo para fazer pegue um LIVRO, ler é simplesmente MÁGICO, não há nada que se compara com isso, é um lugar diferente que você conhece, uma história nova, uma moral que se encaixa perfeitamente no que está te afligindo, ouça REPETIDAMENTE uma música, mesmo que outros não gostem, não importa é você que está escutando e a letra dela faz SENTIDO pra você. Seja DIFERENTE daquilo que é clichê, deixe-se marcada na história, seja diferente, faça o que te faz RIR, se chover, vá tomar banho de chuva, MOLHE-SE. Aprenda com seus erros e com os erros dos outros às vezes eles podem te prevenir. Enfim, viva a cada dia, a cada manhã e pôr-do-sol sabendo que sempre terá um novo desafio mas, que sempre terá alguém junto de você."
Esse texto escrevi para uma amiga, mas eu gostei tanto que tive que postar aqui *--*

E pra se inspirar um pouco mais: Set Fire To The Rain!

Uma música pra inspirar



Gente eu amo essa música, e fala sério é um mimo essas fantasias deles de elefante não é?



Estréia da Cosmic

Geeente que emoção! É minha primeira postagem no blog, e espero que seja o primeiro de muitos! Tentarei mantê-lo sempre atualizado =)

Já desde o início vou avisando que qualquer comentário que seja imoral será excluído, mas todos são bem vindos para deixar seu lindo comentário aqui viu?


Pra explicar um pouco dos meus motivos de criar um blog é porque sempre quis ter um e não tinha coragem para isso, além do mais, percebi que as pessoas poderiam gostar dos meus rabiscos de devaneios no meio da aula, e quem sempre está comigo sabe disso. E outra que também posso manter meus amigos atualizados no que anda acontecendo na minha vida sem que precisassem ficar me procurando no Face ou Orkut sendo que podem deixar um comentário aqui.


Mais uma vez sejam bem vindos aqui!